Existe no homem uma esfera a que o Estado não pode tocar, essa está dividida em 4 tipos:
Assim temos que:
Tendo em mente que o “racional é real e o que é real é o que deveria ser”, temos o Estado como racionalmente universal, enquanto o cidadão como particular deste Estado é sempre racional, real e como deveria ser, ou seja, é moral.
Sua racionalidade particular é realizada no Estado, mas isso não é a racionalidade absoluta, pois o Estado em si é apenas uma fase da história e jamais é a conclusão, o ponto final do avanço da consciência está na Liberdade, o qual é a história do mundo.
isto é, o estado é racionalização da moral do cidadão, suas regras e leis são a sua forma de decidir sobre as coisas…