(9:39 min) Foi na década de 60 que todos reconhecem a hegemonia americana. Ficando reconhecida como a década de ouro dos EUA, onde sua economia ficou “madura”. Isto é, todos os elementos de dinamismo já tinham sido usados, assim, eles começam a exportar o seu dinamismo para outros países (ex: Alemanha e Japão); além de se aproveitar do dinamismo dos outros, para que suas multinacionais fossem para fora — como vai ficando mais claro no decorrer da aula…
Sendo assim, a década de 60 é quando todas as ações anteriores dos EUA atingem seu plato, consagrando então essa época de ouro, ou o milagre americano
Junto a esse, existe outro sonho que impacta o imaginário e a ação norte-americana. Esse é o sonho da “Grande Sociedade”, que implica numa sociedade padrão, que dá exemplos ao mundo, ou seja, a “boa sociedade”.
(10:20 min) No entanto, como tavares destaca, essa questão para os EUA é um pouco complexa, já que implica em duas questões primordiais, uma que será melhor vista mais pra frente no decorrer da aula, sendo esse a questão da imigração e a outra a questão do desemprego. Com isso em mente, pode-se dizer que enquanto todo o mundo tinha atingido uma política de pleno emprego satisfatória com 1,5% a 2% da taxa de desempregados, os EUA não conseguia abaixara a sua taxa que se mantinha presa em 5%.
O problema do pleno emprego é na década de 60
O que coloca a questão da “boa sociedade” em xeque, já que o desemprego e a pobreza aparecem como uma coisa intolerável para uma boa sociedade, que deve, ainda por cima, levar a “Grande Sociedade” ao mundo.
Nesse sentido, Tavares explica que isso já foi feito, pois os EUA trouxe a derrota do nazismo, a indústria moderna, as práticas de comércio, as finanças e a ordem monetária. Sendo que, no entanto, para dentro ainda tem que lidar com a questão do desemprego e da pobreza, que estão em níveis não compatíveis com o mundo desenvolvido.
De forma simples pode-se dizer que eles sofrem na década de 60, como indica Tavares, com: