Etimológica
Design (to design) do latim “designare” (de + signum), significa desenvolver, conceber.
Essa expressão surge no século XVII, na Inglaterra, como tradução do termo italiano “designo”, mas somente com o progresso da produção industrial e com a criação do “Schools of Design”, é que esta expressão, acompanhada dos atributos “industrial” ou “graphic” passou a caracterizar uma atividade específica no processo de planejamento e desenvolvimento de objetos de uso e sistemas de comunicação visual.
Genericamente o termo “design”, significa “planejamento” e é assoviado a diversas ativadas como engenharia, eletrônica, arquitetura etc. Na Inglaterra onde ela teve origem.
Atualmente o termo “industrial design” vale como conceito internacional para o “desenho industrial”, no Brasil.
Histórica
Num primeiro momento a atividade do designer se caracteriza pela ausência de divisão entre o trabalho intelectual e o trabalho manual na produção de objetos, sendo considerando este momento como do design como “design artesanal”.
O artesão aprende as informações necessárias para a prática de forma implícita, através da tradição, detendo as informações necessárias para o planejamento, produção, escolha da matéria-prima e das possibilidades de acabamento.
A partir do século XVI começamos a ver algo mais semelhante à profissão do designer que conhecemos hoje, pois surge o papel do projetista. Eles eram em boa parte acadêmicos (artistas) contratados por proprietários de manufaturas para o desenvolvimento de modelos para a produção em série.
O projeto, então, deixava de ser mero esboço da obra a ser executada e passava a valer como mercadoria, já que podia ser vendido ou alugado a uma, ou mais manufaturas. Nesse contexto, é interessante observar que na hierarquia das manufaturas o “Mestre da Forma” e o Mestre das Figuras”, antepassados do designer, ocupavam o segundo lugar em importância e seus soldos só eram inferiores ao do administrador geral.